Dep. Estadual Dep. Federal

Andréia de Jesus
Deputada Estadual
50.130

Mãe, advogada popular e moradora de Ribeirão das Neves. Trabalhou como doméstica na juventude e é a primeira pessoa de sua família com curso superior, graças à política de cotas raciais. Andreia esteve nas Comunidades Eclesiais de Base e nas pastorais de rua e carcerária. Militante das Brigadas Populares, foi assessora da Gabinetona na Câmara Municipal de BH. Segue ao lado das pessoas privadas de liberdade e das ocupações urbanas, pela vida da juventude negra, por segurança pública cidadã e por melhores condições de vida nas periferias.

Dário
Deputada Estadual
50.420

Dário é um usuário que luta pela legalização da maconha, em busca de uma vida sem manicômios e sem prisões. Estudou filosofia e começou sua vida profissional na indústria eletrônica. Defende o amplo e livre acesso ao conhecimento e às tecnologias – um hacker social. Trabalhou como assessor da Gabinetona na Câmara Municipal de BH. Defende a luta antimanicomial, a política de redução de danos no tratamento de usuários de drogas e o desenvolvimento de pesquisas para uso medicinal da maconha. Pelo fim da guerra às drogas, do extermínio da juventude negra e do encarceramento em massa.

Gustavo Ribeiro
Deputada Estadual
50.024

Jovem e estudante universitário, Gustavo defende o ensino público e está nos movimentos negros e LGBTIQA+. Ele tem 22 anos, nasceu e cresceu em Venda Nova/BH. Ainda estudante secundarista, se envolveu nas lutas pela assistência estudantil no CEFET/MG. É cotista na Faculdade de Direito da UFMG e defende uma educação pública de qualidade, comprometida com a transformação social. Ativista das ruas, está no corre dos diversos coletivos comprometidos com a democracia e a política cidadã, ligados às questões de gênero, raça e classe. Vai ter bicha preta na política, sim!

Juhlia Santos
Deputada Estadual
50.111

Artista e ativista, Juhlia é travesti e defende a diversidade da cultura periférica e popular. Nasceu em Contagem e passou sua infância e adolescência em Ribeirão das Neves. No quilombo Manzo, em BH, construiu sua identidade e conheceu a resistência do povo preto. A partir daí, iniciou sua militância LGBTIQA+ com recortes trans e feministas. Faz parte de vários blocos de carnaval de rua e acredita que a política pode ser feita através da festa, da alegria e do afeto. Juhlia quer naturalizar a presença dos corpos marginalizados nos espaços sociais porque a luta é pela vida, é por todas nós!

Kênia Ribeiro
Deputada Estadual
50.444

Camelô, negra, lésbica e liderança da Ocupação Vicentão, no centro de BH. Natural de Varginha, Kênia é vendedora ambulante desde os 17 anos e sua história é marcada pela luta diária por moradia. Concluiu o ensino médio mesmo morando nas ruas, em barracas de lona. Após muitos percalços, foi acolhida por duas famílias e hoje também é mãe. Busca um caminho simples e verdadeiro e almeja a vitória dos oprimidos. Por oportunidades reais de emprego, moradia para todas as pessoas, contra os privilégios dos políticos e pela derrubada das gravatas!

Polly do Amaral
Deputada Estadual
50.010

Coragem de sonhar, de ouvir, de despertar nas pessoas o desejo coletivo de tornar o mundo mais justo. Polly nasceu em Manhuaçu, foi criada em BH e formou-se em Ciência da Computação pela UFMG. Tornou-se doula e ativista pelos direitos de mulheres e crianças após sofrer violência obstétrica. Participou ativamente da aprovação da Lei da Doula em BH. Mãe de três filhas, luta pela autonomia das mulheres, por saúde e educação para todas e todos. Acredita que no bom parto nasce cidadania, na infância digna ela se sustenta e no enfrentamento às desigualdades ela se concretiza.

Rafa Barros Tcha Tcha!
Deputada Estadual
50.013

Antropólogo, ativista e produtor cultural, Tcha Tcha nasceu em Ibirité e tem um histórico de lutas em BH, onde foi Conselheiro Municipal de Cultura e assessor da Gabinetona na Câmara Municipal. Comprometido com os povos tradicionais e com os direitos à moradia e de acesso à terra, foi assessor técnico do Ministério Público de MG. Rafa é congadeiro e folião do carnaval, reconhecido junto a quilombolas, povos de terreiro, indígenas, ambientalistas, agentes culturais e artistas de Minas. Acredita na vida comunitária e na política feita coletivamente, através da afetividade e da partilha do bem comum.

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